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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

[…]Aqui insiro minha opinião sobre os dois quadros: Para o condenado ter recebido pena de morte, seu crime não deve ter sido algo tão simples assim. Muito provavelmente, sua condenação seja merecida. É como o ditado não se deve dar sorte para o azar. Mas eu posso estar equivocada, nossas mentes devem estar sempre abertas a discussões. Já o enfermo, bem, às vezes, realmente é melhor diminuir o sofrimento. Por mais difícil que possa ser. Afinal, ele teve sua chance e realmente, o tempo não pára e nada volta, devemos aproveitar as chances que temos. Por mais horrível que possa parecer, é isso que eu defendo.

Muitas pessoas podem ficar indignadas com o que tal opinião. Podem achar que não, que todos têm direito à vida, que são inocentes até que se prove o contrário, que todos merecem o benefício da dúvida, ou seja, defendem os direitos humanos. Essa indignação demonstra que nossa sociedade é, em sua totalidade, moral. Uma comunidade que dá valor às regras e que preza pela prática dos bons costumes. Que prefere ver o certo ser feito a pensar em porque fazer o certo. Somos treinados, desde pequenos, para convivermos em um conjunto moral. Já passou da hora de mudarmos nossa visão e nosso modo de agir e passarmos a ser éticos. A convivermos em uma sociedade ética, sem sobrepujar a moral. Precisamos que ambas estejam no mesmo patamar, que caminhem lado a lado, para que possamos modificar o pensamento da sociedade e melhorar a convivência humana.

Para que se pudesse conviver em sociedade, foram criadas leis, e o comportamento está condicionado a elas. Posteriormente, isso formou a política, que pode ser entendida como um grupo de pessoas a liderar uma sociedade para que ela seja bem organizada e se desenvolva. Por isso ética e política se relacionam, afinal, como tomar decisões sem refletir sobre o que pode ser o melhor? Ou como tal decisão pode afetar uma determinada comunidade, ou uma futura geração? Ética e política: Uma depende da outra. E outra, a política deve seguir o que é ético e defender o que é moral, para que se tenha justiça. A justiça, nesse caso, é a junção do julgamento ético com a moral aceita em um determinado tempo e espaço para definir se algo ocorrido está dentro das normas aceitas ou não, se é punível ou não.

Procurando no dicionário pela palavra justiça, a palavra ética não é encontrada. Isso seria um sinal de que já somos treinados a saber que para sermos justos, devemos ser ético? Parece que sim. Acrescentando, tudo que é imoral é ilegal. Logo, o coração da justiça é a ética. A ética é a reflexão do caso, é julgar o que é certo ou errado. E a recíproca também é verdadeira, afinal, se não é justo, não pode ser ético.

 

01/04/2013

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A verdade é que eu não escrevo mais. Em algum momento, me perdi. Não se se consigo voltar atrás. Voltar a ser o que eu era, o que não era muita coisa. Quero muito tentar, quero muito melhorar, quero ser uma pessoa melhor. Melhor do que passar o dia inteiro sem fazer nada, assistir uma aula estando presente em corpo com a mente a quilômetros de distância, e ainda assim, visando o nada. Preciso encontrar a chama que eu tinha aqui dentro, e, mesmo que esteja apagada, vou lutar por isso. Nada que um fósforo não resolva, não é? Mas a verdade é que vou buscar isso, vou resgatar e melhorar. Agora, exatamente 01:28 de três de maio de 2013, defino que até o dia 31 de dezembro deste mesmo ano, eu vou ter minha escrita de volta. Meus desabafos. Talvez seja por isso que meu humor esteja péssimo ultimamente e minha paciência, nula. Talvez não. Mas é bom colocar pra fora, mesmo que ninguém leia. Faz com que eu sinta que não estou louca, afinal, não é apenas um pensamento, está ali pra quem quiser ver. E talvez isso seja um pouco de loucura, pois mostrar teu lado mais profundo é te deixar vulnerável. Isso aqui já ficou fragmentado demais, mas defini algo: Eu vou escrever de novo. De alguma maneira, eu vou!

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Lembranças

Ainda lembro aquela semana, aquela em que trocávamos olhares e sms, aquela semana em que não dormíamos sem dar boa noite um ao outro, e que não conseguíamos parar de conversar. Lembro-me bem do dia em que saímos, que você foi me buscar. Me levou para almoçar, me deixou nervosa. Por pouco não me fez desmaiar. Me disse coisas tão lindas naquele pequeno período de tempo. Planejou nosso futuro, e quer saber? Aquele futuro era bonito. Me deixava com vontade de vivê-lo. Pena que até hoje, eu não sei o que aconteceu de errado. Ou talvez eu saiba. Talvez a culpa não seja minha.

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Rascunho

A graça da vida é não conseguir controlar tudo, não ter certeza do que está fazendo ou do que acontecerá. O mistério é a parte instigante, o que tem faz ter curiosidade sobre o amanhã. Não procure a resposta antes da pergunta, não tente achar soluções para problemas fabricados. Seja feliz, nem que isso te faça sofrer. Não fale não, e também não diga sim. Aceite o que a vida te fizer, sem questionar. Não perca tempo pensando, viva!

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Eles

Com lágrimas nos olhos, ambos se despediam daquele que era sua alma gêmea. Os dois sabiam que apesar das promessas de ser um ‘até logo’, aquilo era um ‘adeus’. Iriam apaixonar-se novamente, por outras pessoas, e não pelo rosto tão conhecido já. Iriam tomar rumos diferentes na vida, iriam para lados opostos e mesmo assim, sempre completariam um ao outro. O que não conseguiam entender era porque a vida fora tão injusta com eles, porque separá-los? Mas ninguém sabia responder. Ou, se sabiam, evitavam. O que eles tinham era algo mais forte do que o que normalmente se encontra, ela algo extraordinário, inexplicável. Quando ficaram juntos da primeira vez, todos diziam que logo terminaria. E terminou. Mas nenhum deles conseguiu esquecer o outro, e quando menos esperavam, estavam juntos novamente. Dessa vez, ninguém falou nada, resolveram não mais tomar partido. A relação durou mais do que da primeira vez, mas terminou novamente. Passaram-se meses. Quase não lembravam mais do que era o romance um do outro. Tinham superado tudo. Mas a vida quis que fosse diferente, e eles resolveram se dar mais uma chance. Agora todos já esperavam o inevitável final. Mas meses passavam e isso não acontecia. E quando parecia que eles não conseguiriam viver um sem o outro, a vida mudou tudo outra vez. Eles iriam ficar longe. Muito, muito longe. Como poderiam lidar com isso? Simples, não poderiam. Nenhum dos dois falou em terminar, e ao separarem-se, continuaram juntos. Sim, ambos tiveram outros amores, mas nenhum conseguia tirar aquele romance da cabeça deles. Até que o tempo resolveu passar, e quando eles se deram conta, estavam perto um do outro. Perto daquilo que nunca saíra de suas mentes. Perto de quem esteve todo esse tempo, junto. Não apenas perto, não apenas junto. Eles eram um só novamente.

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Bia e Tom.

Era sempre assim, os tempos eram difíceis, o dinheiro andava curto e com ele, a paciência dos pais de Bia. Em dias bons, as brigas ocorriam durante o jantar, e se estendiam por poucos minutos após isso. Essas discussões ‘pequenas’ já abalavam bastante a garota, então, quando eram dias ruins, e as brigas aconteciam a qualquer momento e principalmente logo antes de ela ir dormir, sua vontade de morrer ou arranjar um modo de acabar com a sua vida, aumentava. Ela nunca havia feito nada, faltava coragem, coisa que vinha crescendo dentro dela dia após dia, assim como a frequência das brigas. Outro detalhe que a impedia de fazer qualquer coisa era Tom, um grande amigo de Bia. Eles haviam assumido que estavam juntos fazia pouco tempo, e Tom era muito mais do que Bia merecia, segundo suas próprias palavras. Quando o astral na casa da menina piorava, quem dava forças a ela era o garoto. Várias e várias vezes, ele foi a única coisa que a impediu de tomar uma decisão mais drástica no rumo de sua vida. Naquela semana, tudo estava indo de mal a pior. Bia estava indo mal na escola, por nunca conseguir se concentrar quando estava em casa, e parecia que aquela seria mais uma das épocas obscuras que aconteciam de tempos em tempos, quando tudo contribuía para piorar a vida da garota. Além das notas ruins, o dinheiro tinha diminuído ainda mais por que sua mãe havia sido demitida do emprego que tinha. Cada noite a discussão piorava, os argumentos eram os mesmos, mas com outras palavras, e Bia tentava se manter fora da briga, apesar de escutar que as contas eram suas e que sua mãe não mais a sustentaria, deixando tudo para o pai pagar. O pai respondia que se alguém permitia que a garota gastasse tanto, esse alguém era a mãe, eles sempre gritando como se a garota não estivesse presente, ou como se ela não conseguisse escutar nada do que falavam. A garota ficava mais deprimida e seu sentimento de culpa aumentava a cada frase, a cada vírgula que escutava. Ela era incitada pela mãe a comprar muitas vezes, outras escutava um singelo ‘a gente vai dar um jeito de pagar minha filha, pode comprar!’, quando pedia permissão para comprar algo. Agora tudo se virava contra ela, e ela via que não era como a mãe havia dito. Quando a pressão era insuportável e ela já estava pensando em mais uma forma de terminar com tudo isso, Tom interferiu e fez ela ver que ainda havia esperança. Ela sentia-se mais culpada ainda por usar o garoto dessa forma, sempre um fardo para ele cuidar, algo para ele ficar puxando de volta ao ‘caminho’. Como Tom era a única pessoa para quem ela desabafava e com ele não poderia falar sobre isso, ela guardava para si. Mas os dias passaram, e na casa de Bia, tudo piorava. Até que, aquele dia, tudo aconteceu. A discussão foi a pior que ela já tinha presenciado, e ela não sabia o que fazer. Ela estava decidida, não iria causar mais mal algum a ninguém, tudo iria terminar naquela noite mesmo. Normalmente, era nesse momento que Tom chegava e convenceria Bia de não fazer alguma besteira, de que ele faria ela feliz, longe de tudo o que era ruim. Mas, naquele dia, Tom não apareceu. Bia esperou. E esperou. Qualquer coisa, para ela poder desistir mais uma vez da ideia que estava presente em sua cabeça desde sempre. Mas naquele mesmo dia, Tom também havia tido seus problemas, que eram bastante parecidos com os de Bia, e ele também estava de cabeça quente. Quando tentou acalmar a garota, ela o magoou, dizendo que ela nunca conseguiria retribuir tudo o que ele merecia. Ele se irritou, e disse que ela não o amava. Foi a gota d’água. A garota chorou muito. Escondeu-se do mundo, por algumas horas. Até que o fez. Ela pegou os comprimidos antidepressivos de sua mãe, e tomou. Todos. Os pais, ambos orgulhosos demais para darem o primeiro passo em direção à reconciliação, nem deram muita importância ao fato de a filha ter sumido, era sempre assim, ela só reapareceria quando eles estivessem conversando normalmente de novo. O que iria demorar um pouco para acontecer, pelo que se via. Aquela noite passou, e no outro dia pela manhã, quando os ânimos já estavam mais calmos, os pais de Bia começaram a ficar preocupados com a ausência da garota no café da manhã. Quando foram procurá-la, a encontraram na cama, como se dormindo profundamente. Mas algo estava errado, ela estava imóvel demais, quieta demais, e certamente não era normal ela dormir até tão tarde. Quando chegaram mais perto, viram a falta de rubor em seu rosto. A mãe já estava desesperada, chorando, quando o pai cutucou-a. Nada. Ele sentiu a pele fria de encontro aos seus dedos, mas ele não queria acreditar. A garota estava morta. Mas a expressão em seu rosto era tão calma, tão pacífica, que o pai não conseguiu encontrar forças para ficar bravo por ela ter acabado com seu tão promissor futuro. Ele sorriu, levemente, enquanto as lágrimas desciam pelo seu rosto. A mãe não conseguia pensar em nada, sua filha estava morta, o que ela faria agora? Foi quando ela resolveu sair dali, e viu um bilhete preso ao espelho, endereçado aos pais. Ela pegou-o, e leu;

“Papai e Mamãe, peço imensas desculpas pelo que fiz, sei que vai ser difícil para vocês, eu fiquei com a parte mais fácil, novamente. Sabe, eu acredito que morrer não é algo ruim, é apenas mais uma das nossas metas. É, uma meta, algo pelo que lutamos. Afinal, não lutamos todos os dias pelo próximo? Mesmo sem notarmos, nós fazemos isso. Fazemos isso com a morte também.  E, na última noite, eu notei que minha meta não era viver, e sim, morrer. Eu estive todo esse tempo esperando por isso, imaginando como é estar do outro lado. Resolvi que estava na hora de descobrir, só. Eu sei o quanto isso pode parecer horrível para vocês quando lerem isto, mas não é isso que eu quero que vocês entendam. Vocês devem seguir a vida de vocês, e saibam que eu sempre estarei com vocês, nas suas lembranças, nos seus corações, e quero que vocês guardem cada sorriso meu, cada abraço, cada beijo e cada lágrima. Vocês devem estar pensando que eu enlouqueci, mas não é isso. Cada sorriso que dei foi para mostrar que a vida sempre tem algo de bom, algo que nos alegra, até nos piores momentos. Agora é um bom momento para que vocês sorriam, pois eu estou onde eu queria estar. Cada abraço é para que nunca se esqueçam do quanto eu amo vocês, e que eu sempre estarei junto de vocês, confortando-os como eu já não conseguia fazer mais. E cada lágrima minha quero que guardem para nunca esquecerem que tudo na vida tem um propósito, minhas lágrimas serviram para que eu entendesse isso. Na última noite, enquanto eu esperava o tempo passar para tudo estar certo de novo, vi que eu não conseguia mais chorar. Me dei conta de que isso era porque as brigas não me abalavam mais, o que me assustou. Como poderia eu estar acostumada com algo tão ruim para nós? Eu simplesmente não conseguiria conviver com isso, com eu não me importar com o quanto brigávamos. Por isso que resolvi que estava na hora de descobrir como é aqui do outro lado. E sabem, não me arrependo. Isso só vai trazer alegrias para todos nós, daqui pra frente. Mamãe, sei que a senhora não gosta muito dele, mas poderia, por favor, entregar a carta que está ao lado da cama para o Tom? Obrigada, saiba que eu sempre amei a senhora e cada conselho que me deu vou levar para sempre. Papai, sua menininha não vai mais estar presente para brigar com você por pequenas coisas, mas a sua pequena menina nunca levou essas discussões a sério, e sempre te amou! Espero realmente que me entendam, e eu amo vocês, Bia.”

A mãe de Bia não se agüentava mais, estava envergonhada por tudo o que tinha feito a garota passar e não conseguia assimilar o fato de sua garota não estar mais com ela. Chorava muito, soluçava e não conseguia pensar em nada. Foi o pai da garota que buscou a outra carta e ligou para Tom, pedindo para ele ir à sua casa o mais rápido possível, mas sem maiores explicações. Assim que desligou, ligou para a polícia, afinal, não podia deixar tudo como estava. Quando Tom chegou viu várias viaturas estacionadas na frente da casa de Bia, e assim que tentou chegar perto, policiais o proibiram de passar, até que ele disse quem era, um deles o levou até o pai de Bia. Quando ele passou pela porta, parecia que tinha entrado em um outro mundo, uma outra dimensão. E ele soube, algo estava errado. Viu a mãe de Bia estava sentada na sala, mais calma, mas ainda chorava bastante, o que o assustou mais ainda. Ele tentou perguntar o que tinha acontecido, mas ninguém respondia. Até que o pai de Bia chegou perto dele e lhe entregou uma carta. Pela letra, ele viu que era de Bia, mas ele não entendia o que estava escrito ali, não parecia ser verdade. “Tom, me desculpe por estar fazendo isso com você. É só que eu não sou a melhor pessoa para você, e você sabe disso. Eu não te mereço. Nunca mereci, mas isso não me impediu de te roubar pra mim mesmo assim. Agora eu estou tentando consertar tudo o que fiz, mesmo que seja em vão. Eu te amo. Não esqueça disso, e não pense que eu te enganei, pois sempre fui sincera com você, e só quero te ver bem. Por favor, não deixe que nada disso te abale, não é o que eu quero. Você sempre foi o que eu precisava, e sempre estava ao meu lado pra me ajudar. Mas eu nunca conseguia retribuir isso, eu só podia te amar. Sabe, isso era pouco, você merece muito mais do que eu posso te dar! Eu me despeço de você com lágrimas nos olhos, mas tenho a sensação de que você vai me perdoar e vai me entender. Da sempre sua, Bia”

Tom não entendia nada, porque Bia não tinha lhe explicado tudo isso pessoalmente? Foi aí que ele entendeu. A mãe dela chorando. Os policiais. A carta. A despedida. O garoto caiu de joelhos e começou a chorar. Sentiu um abraço em seus ombros, era o pai da garota. Ele o ajudou a levantar, e levou-o até o quarto. Deixou Tom parado na frente da porta fechada e se retirou, sabia que deveria deixá-lo sozinho naquela hora. O garoto achava que não teria coragem de abrir aquela porta e olhar para o quarto de Bia, mas a vontade de sentir o cheiro dela mais uma vez, de sentir a presença dela novamente, foi maior do que o medo do que poderia ver. Mas, em nenhum momento, ele pensou que veria o que viu. Parecia um sonho. Ele abriu a porta e viu partículas brilhantes num halo de luz que passava por entre as cortinas, que ondulavam por uma leve brisa. Sentiu o cheiro de lavanda, e então a viu. Deitada, como se num sono profundo. Tinha uma expressão de calma, e até um pequeno sorriso nos lábios. Ele não pode evitar sorrir também, pois naquele momento viu que a garota que tanto amava estava num lugar feliz, e que estaria sempre com ele, não importasse onde ele estivesse. Ele se aproximou da cama, e ficou sem saber o que fazer. Parou por um instante e descobriu. Deu um beijo na testa de Bia e a chamou de ‘Pequena’. Pode parecer loucura, mas aos olhos de Tom, o sorriso da garota aumentou levemente. Aquilo deu paz de espírito a ele, e quando ele desceu as escadas e falou com os pais dela, apenas disse ‘Ela está feliz’.

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Qualquer pessoa tem uma lembrança nostálgica de sua adolescência. Posso dizer que amanhã terminam as melhores férias da minha vida.

Tudo foi como deve ser, muitas brigas, confusões e diversões. Não vou entrar em detalhes sobre tudo, apenas sobre o tópico mais marcante: Planeta Atlântida.

Não consigo imaginar que apenas as pessoas do sul do Brasil conheçam, mas essa é a verdade. O que me faz pensar que essa ‘maior festa do planeta’ é um pequeno (50 mil pessoas) segredo nosso. Compartilhado apenas com aquelas pessoas que querem o mesmo que eu: música, diversão e amigos, misturado e comprimido em dois dias.

Esse ano foi meu primeiro planeta, e só consigo dizer que foi incrível. Conheci muita gente interessante, fiz várias amizades que provavelmente não lembram mais de mim, mas que sei que também curtiram o tempo que passamos juntos. Com certeza, as pessoas pensam ‘Adolescentes sem supervisão direta, num local lotado, roupas de verão e um pouco de alcool? A única coisa que rolou foi pegação’. Eu sou a prova contrária disso.

Fiz muitas amizades, passei muito tempo conversando e trocando ideias com pessoas que creio que não verei novamente, e  que foram muito simpáticas comigo. Gente me divertindo, me fazendo rir, me ajudando, cuidando de mim. Foi tudo maravilhoso, e a última coisa que tenho a acresentar é:

Planeta Atlântida é algo que qualquer adolescente tem que viver, pra sentir a mesma sensação que eu senti. É um marco nas nossas vidas, e não vejo como alguém pode ficar sem!

Juro que estou ali!

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